O site The Intercept Brasil, que se financia com a colaboração financeira livre de seus leitores, coloca a dúvida, sem questionar o direito que as empresas de comunicação em dificuldades financeiras faz tempo têm de buscar o lucro. E cita como exemplo de informações que precisam circular livremente seus próprios furos de reportagem e de jornais como O Globo e Estadão.
“…a premiada reportagem “Em 28 anos, clã Bolsonaro nomeou 102 pessoas com laços familiares”, levantamento inédito dos jornalistas d’O Globo e da revista Época… a notícia de que o governo Bolsonaro criou um orçamento secreto de R$ 3 bilhões em troca de apoio no Congresso… o Intercept revelou o escândalo do “cara da casa de vidro”, uma investigação exclusiva com informações que sugerem que o presidente foi citado várias vezes em ligações de comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega; denunciou o aparelhamento bolsonarista do Conselho Federal de Medicina, que autorizou médicos a receitarem medicamentos comprovadamente ineficazes para tratar covid-19; expôs o escândalo judicial do Amapá, com pelo menos 187 casos de casais ricos retirando crianças de famílias pobres e driblando as regras de adoção, uma enorme tragédia humana. Não vou ficar empilhando histórias aqui para não me alongar, você sabe do que somos capazes…“