GOVERNO LULA FRAUDA NÚMERO, ENGANA STF E “FERRA” 102 MIL VELHOTES

Na página 3 do jornal paulista Folha de S. Paulo desta quarta-feira 21/08, um artigo do presidente da Associação Brasileira de Apoio aos Aposentados, Luiz Antonio de Medeiros, mostra que o Supremo Tribunal Federal engoliu em seco uma mentira de 397 bilhões de reais para “ferrar” 102 mil pobres aposentados que viram seu direito líquido e certo (reconhecido pelo próprio Supremo Tribunal Federal dias antes em decisão final) ser transformado em crueldade e injustiça por manobras e mentiras do governo federal. As manobras e mentiras estão no processo e nas palavras dos ministros no vídeo da sessão que deliberou a respeito.

Como pode uma suprema corte engolir uma mentira de 397 bilhões de reais? Não sabiam e agiam de boa fé? Não ouviram a advertência de um dos ministros em sessão plenária em português claro e limpo?

A mentira agora foi desmascarada. A revisão da vida toda para resgatar o direito de 102 mil velhinhos e velhinhas humildes que já tinham assegurado seu direito líquido e certo custa 3,1 bilhões de reais e não 400 bilhões de reais. E não pode o STF desfazer o que fez cumprindo a lei, para “ferrar” essas pessoas, mas foi o que fez, e agora precisa, tem que corrigir. 

E quanto ao governo federal o que dizer? Foram seus órgãos que produziram o gigantesco erro de cálculo para instruir a decisão do STF. Erraram de boa fé ou erraram maliciosamente? Erro ou crime?

E quanto ao presidente da República que viu seu ministro da Fazenda também engolir a mentira absurda?  E repetir a mentira em várias entrevistas. Quem produziu a mentira colossal vai pagar por seu erro? 

Ou será que estão todos contando com a impunidade e o esquecimento?

Mas, o que realmente conta é saber como Lula vai agir. Vai fazer cara de paisagem e fingir que não é com ele?

A imprensa brasileira tem uma oportunidade. Defender pessoas humildes no outono da vida. Sem favor, apenas ajudando-as a ter seu direito líquido e certo respeitado. Até hoje a imprensa fez questão absoluta de ignorar o assunto.

Por enquanto, um ponto para a Folha de S. Paulo.

Compartilhar esta publicação:

Facebook
Twitter
LinkedIn
WhatsApp