JORNAL GGN SEGUE ISOLADO NA DEFESA DE UM PROJETO PARA O PAÍS

Ter uma bandeira, uma causa, defender um programa ou uma ideia sempre foi atitude característica dos veículos de comunicação mais sérios. Organizam e defendem essas propostas através de sua linha editorial e de seus editoriais, o espaço onde opinam diretamente sobre assuntos e questões importantes.

Jornais da Imprensa tradicional, como Globo, Folha, Estadão, e revistas Veja e Isto É, assim como as televisões e rádios eventualmente a eles associados, defendem suas propostas sobretudo para a economia com toda a sua força. Infelizmente, em questão de economia, os veículos mais tradicionais desgastam sua força editorial com propostas por demais específicas, o que mais parece um lobby do que mesmo uma bandeira jornalística. Assim tem sido comum os veículos mais tradicionais, na economia, defenderem quase exclusivamente a ideia do ‘corte de gastos’ como centro de uma política de desenvolvimento, quando no máximo esta ideia, examinada friamente, não enfrenta nada, não resolve nada, não passa mesmo de uma regra menor na contabilidade pública.

Infelizmente a imprensa tradicional deixou de ter bandeiras, deixou de propor avanços sociais e políticos e concentram seu foco nos interesses econômicos dos seus anunciantes mais poderosos, o sistema bancário, numa visão pobre, estreita e de curto prazo e praticamente reduz os objetivos de uma nação ao resultado meramente contábil.

Por tudo isso é interessante notar que pelo menos um veículo situado fora da esfera dos grandes veículos tradicionais, o Jornal GGN, dirigido pelo jornalista Luís Nassif, desde que o atual presidente da República foi eleito, propõe e argumenta com clareza a fixação de um “Projeto Amplo de Desenvolvimento do País”, com objetivos de médio e longo prazo junto com a mobilização da sociedade para aderir e participar da construção do futuro.

O Jornal GGN tem sido ignorado pelo governo federal, mas o jornalista Luís Nassif segue repetindo, explicando, detalhando e defendendo a ideia. Ao fim de seu mandato o atual presidente da República poderá explicar porque faz ouvidos de mercador.

A imprensa tradicional poderia aprender algo com o projeto que Nassif defende.

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