A tradicional imprensa brasileira constituída basicamente pelos grupos Estadão, Folha, Globo e Veja, sustentam há sete anos uma mentira fundamental em torno de Jair Messias Bolsonaro. Por força de ideologia e de preferências políticas, por preconceito ou interesses, ou mesmo para defender as conveniências dos seus clientes mais relevantes e fiéis, desde 2018 e ainda hoje, ora com manchetes, ora com editoriais, ora com colunistas e ora com notícias e com silêncios, esta imprensa tradicional criou em 2018 uma gigantesca Fake News chamada Bolsonaro. Neste período estes veículos de comunicação trataram Bolsonaro como se ele fosse normal, como se ele fosse um homem público sério, como se ele representasse algo novo e com algum valor positivo. Foram sete anos de mentiras como “alternativa liberal “, o político “anti sistema “, o representante da direita, o anti Lula, o anticomunismo e até a teoria fajuta da polarização justificada. Na verdade, tudo isto é um conjunto de baboseiras mal cheirosas e mal embaladas, feitas para enganar os bobos ou para atender esquemas financeiros facilmente identificáveis. O que pensaram do Brasil durante esses longos sete anos? Não pensaram coisa boa: na melhor hipótese podem ter pensado “que se ferre o Brasil, nossos interesses é que importam “.
Basta imaginar quanto foi economizado pelo grupo que adquiriu o controle da Eletrobrás, sem puxar do bolso o talão de cheques. Basta imaginar a lista de itens daquilo que a mesma imprensa chamava de “agenda do Guedes”. Basta lembrar a frase do futuro ministro da Economia entre a eleição de 2018 e a posse numa palestra em New York: “vendemos até o Palácio e até passamos a pagar aluguel”, o que aliás foi feito com as instalações de transportes de gás …ou as vendas de refinarias e subsidiárias da Petrobrás.
Editoriais recentes de alguns desses jornais acabam de adjetivar o ex-presidente: mafioso, golpista…