O Jornal da Globo de ontem à noite colocou o cineasta Arnaldo Jabor para tratar da sexualidade de Jair Bolsonaro e de seu entorno, destinando um tempo longo (para os padrões globais) de pouco mais de 2 minutos. Àquela altura a Folha de S. Paulo já havia divulgado seu editorial acusando o presidente de cometer crime contra “a honra, a dignidade e o decoro” previstos na Constituição como motivação para impedimento. No Estadão, a colunista de economia Dora Kramer pediu explicitamente uma ação direta contra a permanência do presidente.
A Globo, entretanto, através de Arnaldo Jabor, tratou de dizer que há “uma sexualidade torta no Executivo que acaba pautando uma vida política perversa”. Enquanto isso, o editorial da Folha refere-se ao presidente como “chefe de bando”.