O jornalista, compositor e escritor Nelson Motta, em sua coluna no jornal carioca O Globo defende as pessoas mais ricas contra a ideia (prevista na Constituição) da taxação de grandes fortunas e propõe um imposto adicional de cinco por cento sobre bens de luxo (que se aproxima da proposta do ministro da Economia de taxar o pecado). Nelson Motta apresenta no fim do texto seu argumento mais estranho: “…não sou nenhuma Miriam Leitão, mas não sou burro…”.
O título do artigo fala em “justiça fiscal”.