Nas redes nacionais de rádio e nos jornais, ora de forma aberta, ora de forma sutil, através de notícias e comentários, já voltou a campanha a favor da privatização e das reformas. Não há qualquer discussão ou debate. Os temas já entram como se fossem consensos, unanimidade. E são ouvidas sempre pessoas que pensam igual. E ninguém economiza nos adjetivos.
O tamanho e a profundidade da crise econômica e de saúde deveria ter dado a essa gente algum senso de medida e proporção.
Globo (CBN) e Record (Jovem Pan) ficam iguais e radicais quando entram no tema.