O presidente da República Jair Bolsonaro se aproxima de completar um ano e meio (540 dias) de mandato e continua agindo como se fosse apenas candidato ou oposição ao próprio governo. Seus instrumentos de gestão são apenas a pós-verdade, a mentira, a meia-verdade, a fake news e a fofoca ( fritura de ministros, por exemplo).
Usando as plataformas eletrônicas do Twitter, Facebook e Instagram e uma rede de apoiadores (que inclui robôs), ele consegue evitar qualquer assunto sério, foge de todo debate e põe e tira assuntos da pauta da imprensa e do Congresso.
Não se constrange o presidente com avanços e recuos ao falar e anunciar posições e decisões. E seus problemas (e dos filhos) com a Justiça vão ficando pra depois.