O primeiro jornalista a falar de uma justiça de transição foi Luís Nassif, do Jornal GGN, quando muitos meses atrás analisava as transações estranhas que as equipes econômicas dos governos Temer e Bolsonaro estavam conduzindo e fechando. Bem mais recentemente, nesta última semana, os jornalistas Reinaldo Azevedo e Ruy Castro apontaram para a perspectiva de gestores públicos irem parar nos bancos dos réus, agora também por questões e decisões em outras áreas além da economia.
Os três consideram a perspectiva inevitável após o país retornar à normalidade democrática e ao estado de direito.