A Rede Globo de Comunicação, que opera televisão, jornal, rádio, agência de notícias e portais, cobrindo todo o Brasil, continua dando sustentação à da imagem do ex-ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro por 16 meses e ex-juiz da operação Lava Jato (e também operação Banestado) Sérgio Moro. Sem mandato e sem função pública, sem mesmo poder assumir a carreira liberal de advogado (pois não tem a carteirinha da Ordem dos Advogados do Brasil) e submetudo a uma quarentena de seis meses (para evitar conflito de interesses, pois tinha cargo com acesso a informações estratégicas).
Os outros veículos de comunicação reduziram fortemente o noticiário e o apoio, mas a Rede Globo quase compensou completamente. Sergio Moro é objeto de notícias no Jornal Nacional e de entrevista no Fantástico. Na semana passada Moro chegou a oferecer-se a assinar manifestos em favor da democracia, mas ninguém (aparentemente) o procurou.
Enquanto isso, aumenta a expectativa de que o Supremo Tribunal Federal ponha em julgamento a sua suspeição na caso Lula.