A encruzilhada: Imprensa está diante de uma escolha difícil

A imprensa tradicional está posta diante de uma encruzilhada. Há dois caminhos possíveis mais evidentes, mas excludentes. Um deles é manter a posição atual, sem reconhecer os abusos que cometeu nos últimos quatro anos (campanha pelo impeachment a qualquer preço, criminalização de um partido e de seu líder, apoio a um candidato incapaz). Nesta opção, mantém-se a aposta na “agenda do Guedes” e imobiliza e neutraliza o poder do presidente. O outro caminho é liderar uma campanha de opinião para unir o Brasil inteiro numa frente para interromper o processo de desmontagem e destruição do país. Para a segunda opção, a imprensa teria que abrir-se para aceitar a participação ampla de lideranças de todo o arco político (a começar daqueles que foram criminalizados).

Como fazer a transição é a questão mais simples. Há opções dentro da lei e da institucionalidade.

Há riscos e inconvenientes nas duas opções e está em jogo a própria sobrevivência das empresas. Sem falar que se trata de salvar o país, agora sim, posto realmente à beira do abismo.

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