A estranha sensibilidade da imprensa em relação à suspeita facada

A imprensa tradicional brasileira reage negativamente e de forma desproporcional a qualquer notícia ou análise que ponha sob suspeita a facada no candidato Jair Bolsonaro a duas semanas da eleição em 2018.

O jornalista Joaquim de Carvalho dirigiu um documentário-reportagem mostrando aspectos duvidosos do evento, anos depois de ocorrido. Carvalho não desmente o evento, mas levanta questões óbvias. Entre outras ponderações relevantes, Carvalho informa que a Polícia Federal não investigou a hipótese do autoatentado. O que seria natural, além de ser sua obrigação.

O então candidato Ciro Gomes, setembro de 2018, imediatamente após o evento, propôs uma junta médica para atestar o fato e assim afastar qualquer sombra de dúvidas sobre um “fato” que tinha o evidente potencial de mudar a eleição e a história. A ideia de uma junta independente era de todo natural.Na ocasião, a imprensa tradicional bloqueou qualquer debate sobre a questão. Argumento: o médico de Bolsonaro era sério. Ora, a junta médica confirmaria.

A lista de questionamentos é enorme. A começar pelo fato de que não houve sangramento, do encontro do criminoso com um dos filhos da vítima, o isolamento do criminoso (até da família).

Nesta semana um dos ministros de Lula referiu-se ao fato usando a palavra “fakeada”. Bastou para que a Folha de S. Paulo o atacasse e defendesse a veracidade da facada.

O fato concreto é que a imprensa tradicional jamais fez jornalismo investigativo nos últimos quatro anos, sobre a família e sobre a gestão Bolsonaro.

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