A tradicional imprensa brasileira ganha de bandeja uma oportunidade única de mostrar sua competência e promover sua diferenciação das redes sociais. Trata-se do julgamento das pessoas envolvidas numa articulação de golpe contra a democracia brasileira. O julgamento de quase quarenta acusados vai ocorrer no Supremo Tribunal Federal ao longo dos próximos meses.
As redes sociais, ora espontaneamente, ora profissionalmente, já colocaram seus esquemas em ação. A imprensa tradicional também. Sem novidades, sem ousadia, sem profundidade, os dois parecem satisfeitos com suas posições e não avançam, não inovam.
Nesta toada, nada vai mudar, tudo continuará como antes e a população brasileira ficará refém das desinformações e das manipulações, da superficialidade e das afinidades ideológicas. Ou seja, com pouco jornalismo profissional.
Ainda há tempo. A fração de imprensa séria não deve dormir no ponto.