Por dentro da cobertura das articulações da Reforma Tributária, o governador de São Paulo ganhou protagonismo especial, e a imprensa tentou fazer uma análise crítica. Mônica Bergamo,profissional experiente e bem informada, embora às vezes superficial, tratou do assunto para o UOL.
A crítica à matéria de Mônica Bergamo é que ela não aprofunda a análise sobre as consequências ou os impactos das ações de Tarcísio de Freitas como governador de São Paulo. A matéria se concentra principalmente nas estratégias de imagem e nas relações políticas do governador, deixando de discutir de forma mais ampla as políticas públicas implementadas ou os resultados concretos de sua gestão de seis meses. Dessa forma, a avaliação se torna frágil, focada apenas nas estratégias políticas e na construção da imagem de Tarcísio, deixando de lado outros aspectos relevantes de sua atuação.
Embora a análise destaque o jogo político de Tarcísio de Freitas na construção de uma imagem de técnico competente e na busca por distanciamento do viés mais radical do bolsonarismo, não vai além disso. Não são explorados os efeitos reais das decisões tomadas pelo governador, nem as implicações para a população ou as respostas concretas aos desafios enfrentados. Portanto, a crítica aponta para a falta de profundidade da análise, que se restringe a aspectos superficiais da atuação política de Tarcísio de Freitas.
Espera-se mais de Mônica. Ela tem capacidade, isto não se discute.