Numa época em que sofrem uma forte concorrência das redes sociais como fonte de informação e entretenimento pela leitura, a imprensa tradicional consegue preservar parte de seu prestígio e de sua confiança com a excepcional qualidade de textos assinados por colunistas da equipe do veículo (como é o caso do decano Jânio de Freitas, na Folha) ou de especialistas ou profissionais independentes.
Esses textos entram direto nos assuntos, analisam, argumentam e opinam em questões ainda quentes e tratadas sem profundidade e amplitude pelo próprio veículo em reportagens e editoriais.
Às vezes, caso de alguns jornais e revistas, como Estadão e Veja, as perdas estão perto do irrecuperável.