Depois de cometer o erro de comparar uma mulher honesta e uma democrata com alguém que defende a ditadura e louva a tortura, a Folha foi criticada no próprio jornal por vários colunistas (Janio de Freitas, Cristina Serra, Celso Rocha de Barro, Juca Kfouri e Nelson Barbosa), a Folha recuou e admitiu que a comparação foi “infeliz”, mas fustigou seu mais acreditado colunista, Janio de Freitas, que lembrou que a Folha nunca respondeu adequadamente as acusações de que cedeu seus carros na ditadura para transportar presos políticos para os militares e recentemente qualificou a ditadura de “ditabranda”, argumentando que, comparado a outros países, o Brasil sofreu pouca violência na gestão dos militares. O recuo se deu num artigo assinado pelo diretor de Redação Sérgio Dávila.