Começa a ficar impossível fazer jornalismo. A vergonha acabou.

A imprensa tradicional não consegue sair da areia movediça em que se meteu nos últimos anos, depois de apostar sua credibilidade na desestabilização do governo em 2015, na operação Lava Jato em 2016 e na conversa vazia da retomada econômica a partir do binômio sagrado privatização & reformas. Nada funcionou e as redações não recuavam das bandeiras evidentemente frágeis, inúteis, ao contrário, dobravam a aposta.

Dada a importância e o saldo de força que ainda lhe restou, em 2018, colaborou para eleger o mais desqualificado candidato à presidência da República e “comprou” o bilhete premiado de um projeto econômico que nem chegou-se a conhecer. E de fracasso em fracasso, leva o país para o abismo.

Pior, o país caiu num buraco negro. Ninguém, ninguém mesmo, sabe o que vai acontecer. Boa coisa não é.

O fato (se ainda se pode falar em fato) é que a vida pública entrou num processo de avacalhação generalizada. A vergonha acabou.

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