Os resultados dos balanços gerais anuais da gigantescas empresas estatais brasileiras têm sido positivos, alguns deles representando recordes. O lucro tem marcado as últimas linhas das demonstrações financeiras. Foi assim com o Banco do Brasil, cuja rentabilidade só tem crescido ano após ano. O mesmo aconteceu com a Caixa Econômica Federal que alcançou marca ineedita de crescimento do lucro operacional. A Petrobrás registrou quarenta bilhões de reais de lucro, em números redondos, nível jamais alcançado. A Eletrobrás já acumulava em setembro mais de sete bilhões de reais de lucros.
Com tais desempenhos o discurso que apoia a privatização enfraquece, até porque as estatais têm sido apresentadas como empresas gordas, ineficientes e corruptas.