O jornal Folha de S. Paulo fez esta semana uma matéria sobre a mudança que ocorreu na medicina com a abertura para pessoas pobres, para mulheres e para pessoas pretas. Evitou dizer o nome dos governantes que promoveram essa inclusão ou mesmo apenas citar o partido. Creditou a importante mudança a uma entidade que chamou de “década“. Logo em seguida trocou a manchete, mas não pôs nada em seu lugar (para substituir a “década“), e a mudança ficou sem crédito.
Na mesma direção e dentro do mesmo assunto (inclusão de negros e pobres, referindo-se a escolas de medicina) o Estadão fez quase exatamente a mesma coisa, mas não usou a palavra década. Deixou simplesmente a frase sem sujeito.
Precisa dizer qual era o partido e quem eram os governantes, precisa não.