Facebook, Twitter, WhatsApp e Instagram conseguem administrar a passagem do tempo entre uma eleição e outra, evitam o debate mais sério e consequente e seguem acumulando poder eleitoral, sendo mesmo capazes de decidir uma eleição. O primeiro momento pode ter ocorrido com a vitória de Barak Obama ainda em 2008, portanto há onze anos, na disputa pela presidência dos Estados Unidos. A grande imprensa comercial tradicional só perde força nesse campo e não soube reagir – praticamente a única reação prática foi a criação das agências de checagem do que ee e do que não é “fake news”. Convenhamos, isso é pouco para enfrentar a verdadeira complexidade da questão.
No Brasil, na eleição de 2018, as redes sociais mostraram sua potência e é consenso que tiveram enorme influência no resultado.
Ano que vem, novas eleições!