O ministro da Economia Paulo Guedes foi apoiado incondicionalmente pelo mercado e pela imprensa durante 32 meses, mesmo sem apresentar planos, projetos ou metas. Parecia improvisar ou apenas reagir a fatos localizados. Nem mesmo as famosas reformas chegaram a ser formuladas com mínima consistência. Também a agenda de venda de patrimônio público seguia aos trancos e soluços. Guedes era um nada, como o seu chefe. Só tinha mesmo a agenda de negócios. É isso que atendia a interesses poderosos do que se convencionou chamar mercado.
De repente, Guedes e seu chefe arranjam uma briga com a Febraban, a federação dos bancos.
E o mundo do noticiário da imprensa tradicional lhe desaba sobre a cabeça. Ninguém mexe impunemente com o sistema bancário.
Collor e Dilma mexeram com os bancos. E caíram.