No não-debate sobre a economia brasileira, a imprensa tradicional tem se comportado como uma igreja. Na definição da pauta, age como se apenas repetisse um mesmo evangelho e na emissão da opinião como se tratasse de dogmas. A imprensa abriga apenas o discurso ultraliberal, pauta apenas e superficialmente “reformas e privatização” e opina como se o único problema do país fosse o gasto público. O nome disso não é jornalismo. E já lá se vão quase cinco anos nessa estranha fixação.