Imprensa insiste em caminhos que levam à perda de audiência e credibilidade

O acreditado jornalista Jânio de Freitas, em sua coluna semanal na Folha, num parágrafo apenas, consegue qualificar adequadamente Sérgio Moro e Deltan Dalagnol, que se colocaram como candidatos nas eleições de 2022, depois de manipularem a lei e produzirem estragos monumentais na vida do país, imoral e impunemente. E, por absurdo que pareça, tudo indica que ambos terão apoio da imprensa tradicional, leia-se Globo, Folha, Estadão e Veja.

Leia Jânio de Freitas: “…Só uma pessoa é tão repulsiva no conceito de imensa parte do Congresso, de esquerda e direita, quanto Moro: é seu parceiro Deltan Dallagnol. Mesmo congressistas abjetos resistiriam às mais tentadoras negociações com Moro, por falta absoluta de confiança. Da hostilidade frontal e insuperável porque fundada, Moro não teria a esperar senão o estado de crise. E vivê-lo com inexperiência e luzes mentais de baixíssima voltagem…”.

Por essas e outras a imprensa perde audiência e credibilidade.

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