Imprensa tradicional sinaliza seu ânimo negativo com o novo governo

Enquanto o presidente eleito Lula mostra o prestígio internacional que o Brasil merece, prestes a começar uma reunião de trabalho com enviados especiais do presidente da China e dos Estados Unidos, as duas maiores potências mundiais, a tradicional imprensa brasileira, aparentemente ociosa e sofrendo de tédio, busca emplacar um “erro” a Lula: pegar uma carona num jatinho de um rico empresário brasileiro que tinha o mesmo destino, o Egito, onde se realiza a COP 27, a Conferência Mundial do Clima.

Não fossem tão rasos e apressados, os jornalistas poderiam considerar que Lula ainda não está ocupando função pública. Lula ainda é um particular, um cidadão eleito, mas que não tomou posse, não foi sequer diplomado.

Seu partido, o PT, assim como todos os outros grêmios políticos, é uma entidade privada.

Não se pode, portanto, cobrar dos dois a desobediência a qualquer norma legal.

De todo modo, a questão serve para mostrar os ânimos que movem o jornalismo, depois de quatro anos de tolerância com o absurdo oficial escrachado e aponta seus canhões para o novo governo antes dele começar.

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