Jânio de Freitas é um dos muito poucos que pode fazer um currículo com uma única palavra: jornalista

Eis o primeiro parágrafo da coluna semanal dominical de Jânio de Freitas na Folha de S. Paulo deste domingo (10/04):

”Nenhum presidente legítimo, desde o fim da ditadura de Getúlio em 1945 —e passando sem respirar sobre a ditadura militar— deu tantos motivos para ser investigado com rigor, exonerado por impeachment e processado, nem contou com tamanha proteção e tolerância a seus indícios criminais, quanto Jair Bolsonaro. Também na história entre o nascer da República e o da era getulista inexiste algo semelhante à atualidade. Não há polícia, não há Judiciário, não há Congresso, não há Ministério Público, não há lei que submeta Bolsonaro ao devido.”

No currículo dele uma só palavra: jornalista.

 

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