O número de jornalistas que trabalham na Folha de S. Paulo que assinaram uma nota condenando a divulgação destacada de texts considerados racistas e supremacistas alcançou 186 dá uma dimensão do desvio de procedimento condizente com a imagem positiva do veículo. O jornal deu espaço e destaque de uma página inteira para o texto de Antônio Risek que igualava racismo estrutural com racismo reverso (violência de brancos contra negros). O texto confunde exceção com regra e vai contra fatos e realidade evidentes.
A Folha tem feito concessões cada vez maiores, mais graves e mais frequentes contra o bom jornalismo que ela já mostrou ser capaz de fazer e fez no passado.