A cobertura dos veículos da Globo ( jornal, rádio, TV e revista) tem vieses muito nítidos quando se trata da eleição presidencial. É histórica a prática global de intervir e o faz com uma sutileza cada vez mais fácil de perceber, hoje até por cidadãos menos atentos. Como disse o poeta “de muito gorda, a porca já não anda”, e a diversidade das redes tudo e a todos expõe. Assim, fica fácil compreender a linha político-partidária da rede mais poderosa do país: ressuscitar Sérgio Moro, que ela ajudou a criar e engordar, restringir a cobertura de Ciro Gomes, que ela não considera confiável, e esconder e estigmatizar Lula, que possivelmente lhe causa medos ou receios.
E prossegue ajudando a criar uma tese de que Lula e Bolsonaro são iguais e radicais e inventa e sustenta a fantasia de uma terceira via.
Não se sabe o futuro, mas com os dados postos à mesa hoje, isso não parece jornalismo.