Jornalistas já não encontram adjetivos para qualificar discurso e atos do presidente da República

Os jornalistas que fazem análise política estão encontrando dificuldades para serem originais nos adjetivos a serem aplicados ao discurso, às atitudes e aos atos do presidente da República Jair Bolsonaro. Depois de um ano e quatro meses completos, os analistas que trabalham diariamente em rádio, jornal, televisão e blogs, parece que já aplicaram todos os adjetivos possíveis: errado, inseguro, condenável, falastrão, boquirroto, impulsivo, inaceitável, intolerável, irresponsável…fica a impressão de que tudo já foi dito, e ninguém mais consegue ser original.

Da mesma maneira, aconteceu com Sergio Moro e Paulo Guedes (antes da diversas crises ficarem mais evidentes), só que, nestes dois casos, adjetivos de louvação. As reformas de Paulo Guedes eram modernas, necessárias, urgentes, oportunas, virtuosas, consistentes, antes mesmo de serem apresentadas em sua integralidade.

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