Ministério Público está passando de estilingue a vidraça

Amplamente fortalecido pela Constituição de 1988, o Ministério Público Federal cresceu e ganhou prestígio. Ultimamente, entretanto, por causa do comportamento de vários de seus membros e por submeter-se a se deixar confundir com a LavaJato, a instituição se enfraqueceu. O cristal de sua credibilidade está arranhado, talvez até com rachaduras.

Sem limites, sem freios, sem controle externo,  agindo com excessos e ultrapassando a lei, o MPF não agiu nem reagiu contra erros e abusos internos, por exemplo, da LavaJato.

A imprensa sempre apoiou. Mas começam a aparecer sinais de grave questionamento. Reinaldo Carvalho, na Band FM, Luis Nassif, no Jornal GGN, e Demetrio Magnoli, na Folha de S. Paulo, nos últimos três dias foram especialmente severos e contundentes. Um deles chega a dizer que brevemente poderá se discutir a extinção do órgão (“delenda MP” foi a expressão usada) já que ele é incapaz de autoregular-se, corrigir-se e aceitar limites.

Anotem. Confiram.

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