Maria Cristina Fernandes assina todas as quintas-feiras no Jornal VALOR (que hoje é das Organizações Globo (que comprou as ações que pertenciam à Folha) uma coluna de análise e opinião econômica e política.
Trata-se de jornalista bem informada e com sólida capacidade de análise, não se restringindo aos clichês do “mercado” e às ondas de simplificações grosseiras.
Veja a qualidade do texto nas primeiras linhas na edição da manhã desta quinta-feira (que de certa forma antecipa a questão mais polêmica da tarde e noite desta quinta, a encrenca entre o governador de São Paulo e o seu padrinho político Jair Bolsonaro):
“Foi preciso que São Paulo passasse a ser governado por um carioca para baixar a guarda na reforma tributária. A origem de Tarcísio de Freitas, porém, é que menos conta na história. A chave, para ficar no trocadilho da reforma em curso, é o destino.
É verdade, como tem dito o próprio governador, que todos os seus antecessores fizeram oposição às sucessivas tentativas de reforma tributária ao longo das últimas três décadas. E é fato também que nenhum deles foi bem-sucedido em suas pretensões presidenciais…”.
Título da coluna de hoje: Por que a reforma tributária agora vai.