Nem todo erro de informação é fake news. Às vezes é incompetência, às vezes é parcialidade…

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A imprensa tradicional parece ter colocado nas costas do governo Lula e do próprio Lula o desenho de um alvo. E mandou atirar.

Só nestes últimos dias desta semana, a revista Veja atribuiu a Lula uma decisão tomada pelo ex-presidente Bolsonaro. A de aumentar na Eletrobrás privatizada parcialmente a remuneração mensal dos membros do Conselho de Administração de 5,4 mil reais para 200 mil.

A Band News TV desmentiu ao vivo uma informação que ela mesmo divulgará pouco antes mais do que dobrando o valor da diária da hospedagem do casal Lula/Janja em Londres, onde assistiram à coroação de Charles III.

Folha de S. Paulo e Estadão fizeram editoriais criticando severamente ações e palavras do atual presidente sobre a intenção de rever a privatização da Eletrobrás e de crítica à política de juros do Banco Central, que faz da gestão da dívida interna brasileira a mais cara do mundo, seja em proporção do custo real da dívida, seja em proporção deste custo face ao valor do PIB.

Imprensa crítica é saudável, mas distorcer fatos para criticar não é nada recomendável.

O Google foi flagrado com um algoritmo que troca o que a pessoa digita (Lula coroação) por “Lula corrupção” e remete para esta direção.

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