Nas redes sociais costuma aparecer algumas postagens fazendo a leitura crítica da ação jornalística dos meios de comunicação. Existem os mais organizados e formalizados, como o Manchetômetro e o Observatório de Imprensa, assim como existem aqueles que o fzem de forma pessoal, através de vários comentários diários nas suas respectivas linhas de tempo. Um destes nomes é Mario Marona que foi profissional no meio e chegou a diretor de um grupo como a Globo, atuando em veículos de comunicação de circulação nacional, como a revsta Época.
Marona faz comentários firmes e duros, mas honestos e consistentes. Tem o seu viés político, mas é um conhecedor dos veículos e de suas linhas editoriais ao longo das últimas décadas. Ao que tudo indica, não o faz com qualquer objetivo comercial, mas por conviccão.
Num dos seus comentários de hoje ele aponta a Rede Globo e em especial a televisão Globo como vivendo um momento delicado, em que experimenta o sabor do ódio que ela mesmo teria ajudadado a semear e desenvolver. Ele relata que um anúncio da Globo nas redes recebeu centenhas de milhares de “deslikes” – nem precisa lembrar que aqui e ali há inúmeras referências violentas contra a emissora, seja por bolsonaristas, seja por outras correntes.
Mario Marona conclui que a Globo “precisa reinventar-se” ou “precisa buscar um novo povo brasileiro”.