O ESCÂNDALO BEM ESCONDIDO QUE ENVOLVE O BANCO CENTRAL DO BRASIL E A IMPRENSA NÃO DIVULGA

O jornalista Luís Nassif, fundador e editor do Jornal GGN, divulgou em texto e em vídeo uma denúncia, que tudo indica, grave. No último dia útil de 2022, o então presidente do Banco Central do Brasil Roberto Campos Neto toma uma medida que beneficia a si mesmo. Explicando: o Banco Central cria novas regras que normalizam e perdoam irregularidades que teriam sido cometidas pelo Banco Santander em eventos a partir de 2017, transações em que seu funcionário Roberto Campos Neto teve participação direta — o tema envolvia acusações de transações financeiras de vulto entre aquela instituição financeira e organizações criminosas. A medida do Banco Central, tomada no apagar das luzes de um governo e véspera do início de outro, facilita o encaminhamento da tramitação dentro do Banco Central para um acordo que evita investigação e eventual punição.

Como costuma acontecer em casos deste tipo, envolvendo grandes instituições financeiras privadas e personalidades que ocuparam na máquina pública funções chaves, a imprensa tradicional não divulga nada. O único a dar o registro dos fatos foi, lá atrás, o jornal o Estado de S. Paulo. E agora o Jornal GGN. A organização criminosa acusada neste caso é o PCC, segundo o Estadão e o GGN. 

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