A mídia tradicional, chamada “grande mídia”, não aprende com os erros.
Repete-os à exaustão. Isso não passa despercebido. Midia Crítica tem observado essas falhas intencionais (!), algumas clamorosas. Erros de informação e parcialidade extrema. Outros sites digitais alternativos estão atentos para esse descalabro, quase suicídio. Sim, suicídio, porque a grande mídia impressa perdeu sua importância nos tempos digitais graças ao antijornalismo que pratica.
O PortalInvestNe, do jornalista Roberto Maciel, por exemplo, aponta a imprensa tradicional como cúmplice das desgraças ocorridas no Brasil desde o golpe (chamado de impeachment) contra a presidente Dilma Rousseff.
Enumera o pacote de infortúnios:
“A marca trágica de 671 mil mortos pela covid-19, a inflação desembestada,
desemprego recorde e a fome que tortura mais de 33 milhões de pessoas, por exemplo”.
Acrescenta: “Escancararam-se páginas de jornais e programas a qualquer opinião – mesmo as mais toscas – ou notícia falsa, assemelhando os meios convencionais a redes sociais mal-intencionadas”, diz o colunista.
Uma constatação inteligente do melancólico fim da mídia tradicional impressa e televisiva. Esta última sobrevive (por enquanto) na tevê aberta. As tevês a cabo e plataformas de streaming já começaram a enterrar a televisão tradicional há algum tempo. Os jornalões impressos agonizam. Alguns já deixaram de circular em definitivo.