Privatização da Eletrobrás só pode ser feita no escurinho

Analistas do setor de energia consultados pelos blogs de imprensa alternativa são unânimes: a privatização da Eletrobrás tem características de um enorme escândalo. O governo Jair Bolsonaro emitiu uma Medida Provisória. A Câmara dos Deputados aprovou regime de urgência, o relator emitiu seu relatório horas antes da votação e não houve debates internos nem audiência pública. O Senado recebeu e marcou a votação para dois dias depois e tudo indica vai aprovar.

No mundo real o país está ameaçado de racionamento (ou eventos de apagão) por dois anos seguidos, 2021 e 2022. Ninguém sabe preços e condições do negócio. Mas se fala do mais escandaloso negócio com patrimônio público em toda a história.

Na véspera do ato final do Senado, a colunista Miriam Leitão disse que “o consumidor vai pagar uma Eletrobrás para o governo privatizar a Eletrobrás “

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