A primeira foi a brutal “reforma fiscal “ , que de reforma não tinha nada, apenas congelou gastos sociais por vinte anos. Já completou quatro anos e o déficit continua quatro a seis vezes superior ao de 2014, quase o dobro de 2015.
A segunda foi a “trabalhista” que dispensou o empregador de formalidades e obrigações. A promessa é que criaria dois milhões de empregos. O desemprego aumentou.
A terceira foi a “previdenciária” para economizar um trilhão de reais e torná-la sustentável. Atrairia investimentos que estavam travados. Investidores saíram do país.
Nas três não houve debate nem análise. Só elogios na imprensa tradicional.
Agora é a reforma administrativa. De novo, só apoio incondicional e elogios. Zero discussão na imprensa tradicional. Cortar gastos, por um lado, cortar gastos, pelo outro.