A publicação inglesa The Economist, revista fundada em 1843 por James Wilson para fazer campanha contra tributos de importação sobre cereais, comenta em editorial o desempenho negativo dos mercados em janeiro (o pior desde 2009) e avalia friamente as possibilidades de uma queda ainda mais forte logo à frente. E diz que, mesmo estando as grandes empresas e instituições devidamente capitalizadas, algum tipo e níveis de pânico podem se configurar.
E lembra que os eventos históricos podem ser localizados, mas as crises econômicas sempre se espalham.