Imediatamente no dia seguinte à noite em que o presidente dos EUA Donald Trump teve que ser levado para um “bunker” nos porões da Casa Branca (sede do governo americano), e esta teve que apagar todas as luzes, ele sai às ruas e monta uma visita meio sem sentido a uma igreja próxima, portando uma Bíblia para produzir uma imagem capaz de desfazer o que pode ter ficado registrado na noite anterior (ele, protegido por seguranças, no escuro, nos porões).
O ano é eleitoral e o presidente vai disputar a reeleição e tem que enfrentar a pandemia e suas consequências econômicas, além de todos os outros problemas. E torcer que as manifestação contra o racismo não se alonguem nem se compliquem.