O experiente jornalista Luis Nassif que tem uma brilhante carreira de cinco décadas, tendo passado por todos os veículos (rádio, revista, jornal e TV) e pelas grandes empresas de comunicação (Folha, Estadão, Veja e outros) declara-se “marcado para morrer judicialmente“ e pede pela enésima vez que os grandes veículos, a OAB, a ABI e as entidades como ANJ e Abert se unam e reajam a esta e outras perseguições judiciais e a multas impagáveis impostas por julgamentos marcados pela parcialidade. Nassif adverte que hoje o problema ee com ele, mas já há sinais evidentes de que a perseguição pode se institucionalizar.
Luis Nassif é hoje o editor do Jornal GGN.